
Pergunta:
Prezados
Presidentes: Hilkias de Oliveira e Lucy Lima Santos
Fiquei estarrecido, quando li no Jornal da Associação de
fev/mar/08, pag. 5. quando afirma que os policiais estão
aplaudindo a revalorização do mínimo: Será que os
policiais paulistas estão aplaudindo mesmo a revalorização
do salário mínimo, pela migalha que refletirá em seus
salários?
Quando ingressei na Policia em 1970, a cultura do !vento!
entre o s policiais paulistas era exceção, agora aparece-me
que é regra.
Será que ninguém consegue sensibilizar, ou fazer o Governo
enxergar que o salário do Policial de São Paulo que é tão
rico, está vergonhoso?
Será que o Governo não sabe que quase a maioria absoluta
dos policiais perderam o “brio”, o estímulo, e que por via
de conseqüência dependem de outras “fontes escusas” de renda
para sobreviver, e o nosso mandatário não é sabedor disso?
Aceita tacitamente
No meu caso, se não estivesse por exemplo ganhando um
pouquinho com a advocacia, não sei que seria de mim. Por
outro lado, muitos não tem a mesma sorte e viem em situação
difícil, com pouco salário, sem assistência médica ou
deficiente, e algumas cidades não tem IAMSPE, como no caso
de Olímpia.
Embora critico ao Governador, esta critica também acaba
refletindo nas entidades representativas, entretanto, não
posso deixar de externar a minha admiração pela
Administração atual da Associação.
Sem mais, um abraço aos Senhores Presidentes, desculpe pelo
desabafo, por causa da notícia Olímpia SP, 11 de abril de
2.008.
Investigador de Policia Aposentado, Wilson Emilio da Silva
Resposta:
Prezado, Wilson Emilio Silva
Cumprimentando-o, informo que o prezado amigo
e associado interpretou de forma equivocada a matéria
jornalística questionada, que procuramos demonstrar a
seguir:
1º - O salário mínimo (que é concedido para
trabalhadores da CLT, que não tem especialização) teve um
reajuste de 9,21% em 2009, e nessa oportunidade o governo
concedeu para os policiais civis, aposentados e pensionistas
em razão da greve a reposição de perdas de apenas 6,5%,
depois de muitos questionamentos. Veja que, o salário mínimo
foi revalorizado em percentual maior.
2º - A matéria não se dirige ao tema para o
salário do policial, que tem perda de 130% no período de
1995 a 2008, mas esclarece aos policiais que o beneficio da
insalubridade (conquistado e implantado pela AFPCESP), teria
uma revalorização de 9,21% e iria de R$332,00 pagos em 2008,
para R$372,00 em 2009.
3º - Abaixo da noticia, citamos “Insalubridade
sobe para R$372,00”, e relembramos a heróica batalha para a
conquista do direito pela insalubridade iniciada 1983 e
conquistada em 1985, com a liderança do nosso companheiro,
Hilkias de Oliveira, e AFPCESP , em texto escrito pelo nosso
associado Romeu Vieira da Silva.
4º - Se o prezado amigo observar na página 1ª
do jornal, está o questionamento da AFPCESP demonstrando a
perda salarial da categoria de 130%, estudando o quadro
ativo, aposentado e pensionista cuja luta continua em 2009.
Agradeço a critica e espero que você entenda
que não ouve elogio sobre os valores do salário mínimo,
mesmo porque ele só nos beneficia na Insalubridade, mas não
no salário base. Essa correspondência retifica a anterior e
comunico que já apresentamos propostas para a revalorização
salarial para 2009 de + 6,5% para março, Bata Base,
independente dos 6,5% já concedidos para agosto; queremos
modificar a incorporação do ALE para incorporá-lo no
percentual integral dos valores pagos para a Capital da base
de 100% estendendo o beneficio para aposentados,
pensionistas e quadro ativo; queremos que, o nível superior
tenha retribuição salarial compatível com a insalubridade,
beneficiando o quadro ativo, aposentados e pensionistas.
Abraços da companheira,
Lucy Lima Santos
1ª Vice-Presidente da AFPCESP
Pergunta:
GOSTARIA DE SABER, SE FOI APROVADO O DECRETO LEI EM QUE
CARCEREIRO PASSARIA PARA SEGUNDO GRAU, E INVESTIGADOR E
ESCRIVÃO PARA GRAU SUPERIOR.
Neusa Mariano
Resposta:
Prezados
associados, Sandro Costa e Neusa Mariano
AFPCESP está mobilizando nesse sentido, pois
está trabalhando pela Polícia Civil Paulista, o modelo de
estrutura funcional da Polícia Federal e nesse sentido já
enviou em 2001, proposta para a Reestruturação e em
2008/2009, propôs novamente a elevação da escolaridade para
as carreiras de Policia Civi l com exigência de 1º e 2º grau
de escolaridade, para que sejam elevadas para nível
superior. A reestruturação das carreiras de 1º grau e de 2º
grau, ainda não foram encaminhadas para a Assembléia
Legislativa, mas este Entidade de Classe se compromete
defender os nosso associados dessas carreiras com a proposta
de escolaridade superior, no mesmo molde da Polícia Federal
e nesse sentido a categoria deverá se mobilizar. Estamos as
ordens aqui na AFPCESP. Este e-mail, retifica o anterior.
Abraços do companheiro,
Hilkias de Oliveira
Presidente da AFPCESP
Pergunta:
Gostaria
de saber qual a providência que a associação vai tomar
sobre a nova lei do gov. que o funcionário publico tem
direito a 3 hrs para ir e ser consultado e retornar ao
trabalho sendo que este atestado de hora será aceito
uma vez por mês se o funcionário tiver mais de uma
consulta no mês ñ poderá apresentar o atestado de horas
perdendo o dia isso é uma lei absurda,sendo que quando
vamos ao hospital do servidor ñ somos atendido por menos de
duas horas e depende de onde estamos levaremos mais de 2
hora para ir e volta fora o tempo que ficamos aguardando
o atendimento . Desde ja agradeço a sua atenção.
Resposta:
Prezado associado, (fadaniel)
AFPCESP está contestando a legislação citada,
mas ela está em vigência e não podemos revogá-la no “grito”,
mas estamos demonstrando que é necessário revogar a
legislação ou ampliar o tempo de ausência em razão dos
problemas de condução, fila de atendimentos e consultas
demoradas. Esperamos sensibilizar o governo em especial o
Secretário da Segurança Publica atual que substituiu o
Marzagão, que foi o autor da citada norma administrativa.
Comunico ainda, que já apresentamos propostas para a
revalorização salarial para 2009 de + 6,5% para março, Bata
Base, independente dos 6,5% já concedidos para agosto;
queremos modificar a incorporação do ALE para incorporá-lo
no percentual integral dos valores pagos para a Capital da
base de 100% estendendo o beneficio para aposentados,
pensionistas e quadro ativo; queremos que, o nível superior
tenha retribuição salarial compatível com a insalubridade,
beneficiando o quadro ativo, aposentados e pensionistas.
Concluindo os problemas do período de três horas para o
atendimento médico (consulta) e retorno ao trabalho, entendo
que o servidor deverá demonstrar ao médico a gravidade do
problema e solicitar a despensa do dia de trabalho ou
ampliação do período de atendimento.
Pergunta.- Dr. Hilkias de Oliveira, Irene J.Vavra,
pensionista e associada da Associação dos Funcionários da
Polícia Civil do Estado de São Paulo – AFPCESP , venho
através da presente agradecer a sua luta, e da diretoria de
nossa Entidade de Classe na defesa das pensionistas
da Polícia Civil e dos aposentados dessa Instituição, que há
mais de 12 anos estamos sem receber as reposições
inflacionárias que corroeram as pensões e proventos da
categoria, acumulando em conseqüência perdas de 130 % nos
valores das pensões e aposentadorias. Como associada, quero
elogiar o seu trabalho, e da AFPCESP, pela permanente
luta desenvolvida contra o Salário/Gratificação, responsável
por essas perdas, que, tanto vem prejudicando os policiais
civis do quadro ativo, aposentados e Pensionistas. O
Jornal da Associação dos Funcionários da Polícia Civil do
Estado de São Paulo – AFPCESP publicou na edição de
Dezembro -07/Janeiro-08 que o Governo Serra havia
recepcionado a proposta apresentada pela Entidade para
Incorporar a Gratificação de Atividade de Polícia – GAP no
valor de R$ 100,00, nas pensões das pensionistas, proventos
das aposentadorias e salários dos policiais do quadro ativo;
no entanto, examinando os meus holerites não entendi o
aumento e as bonificações concedidas e posteriormente
retiradas.Em anexo envio os holerites dos meses 10/2007
,03/2008 e 04/2008 para o seu exame. Sendo o que apresento
para o momento, Atenciosamente, I.J.Vavra.
Resposta.- Prezada associada, I.J.Vavra. É com prazer
que lhe escreve em resposta a sua missiva. Agradeço as
palavras e elogios ao trabalho da diretoria da AFPCESP, e
aproveito para reafirmar que a nossa luta é dirigida para a
defesa dos direitos de nossos associados integrantes de
todas as carreiras policiais paulistas. Lutamos pelos
direitos dos policiais do quadro ativo, aposentados e
pensionistas com o mesmo ardor e interesse. Quero lembrá-la
que com referência aos aposentados e pensionistas, considero
os elos mais frágeis da corrente de trabalhadores da Polícia
Civil paulista; em razão do governo considerar os
aposentados como categoria improdutiva. Alias esse jargão eu
conheci quando na Assembléia Legislativa defendia os
aposentados na reestruturação imposta pela LC.547/88. Com
ele um secretário da Administração se referia aos
aposentados da Polícia Civil. Na sua correspondência, a
senhora se mostra confusa com referência a incorporação do
GAP. Alias todos ficaram preocupados,pois alguns já vinham
recebendo o beneficio através de ações judiciais e outros
não. Mas, constatei que o pagamento está correto. O que
aconteceu, foi que no holerite referente ao mês de janeiro,
distribuído em fevereiro( 7/02/08) a incorporação do GAP não
foi paga. No holerite de fevereiro distribuído em 7/03/08, o
IPESP/SP-PREV. pagou o atrasado: Veja no seu holerite
distribuído em 7/03/08 que, a senhora recebeu com destaque
R$100,00, correspondente a janeiro de 2008 (01/01/2008 a
31/01/2008), e no mesmo holerite foi pago R$50,00 referente
a 50% (metade) do GAP no 13º salário; e logo acima, lançado
a pensão mensal com os valores do GAP incorporados da
seguinte forma: metade do valor R$50,00 no Salário /Base, e
a outra metade no valor de R$ 55,00 no RETP, ambos anexados
Salário/Base , aumentando o seu valor para R$ 1.590,83 . O
adicional de tempo de serviço que era de R$ 125, 53, foi
valorizado para R$ 135,53. E, ainda, ocorreu à incidência da
sexta-parte sobre os valores do Salário/Base e RETP,que
tiveram um aumento com a incorporação do GAP. No holerite de
março (7/04/08) o GAP foi incorporado com os valores do
Salário-Base e RETP no valor de R$ 1.590,00. Por que o José
Nagy Vavra não recebia a sexta-parte? Por que ele não
recebia o a Insalubridade? Essas perguntas precisam ser
pesquisadas e a AFPCESP pode fazer esse trabalho. Na atual
proposta de Revalorização Salarial da Data- Base-2008
estamos reivindicando a revalorização de 130% no
Salário-Base e a incorporação do ALE com valores da Capital
R$ 975,00, para todos os policiais civis do quadro
ativo,aposentados e pensionistas, com base territorial no
Estado de São Paulo. Era o que tinha a informar. Escreva
sempre.Atenciosamente Do sempre amigo, Hilkias de
Oliveira.Presidente da AFPCESP.
Pergunta.- Dr.
Hilkias, quero primeiramente elogiar a luta da AFPCESP pela
revalorização salarial dos aposentados,quadro ativo e
pensionistas , e agradecer a sua luta na defesa dos direitos
dos aposentados. Depois de estar aposentado há mais de 4
anos, com surpresa recebi uma notificação do Tribunal de
Contas do Estado para apresentar defesa no prazo
determinado, na ação proposta pelo Governo do Estado através
da Procuradoria do Estado queria o meu retorno no quadro
ativo com a anulação da minha aposentadoria. Veja que
absurdo,depois de 4 anos aposentado,vem o governo questionar
o ato da aposentadoria que ele mesmo determinou.Estive no
Tribunal de Contas e soube que havia 600 policiais nessa
situação. A aposentadoria não ocorre por vontade pessoal .
Ela é um direito. Com trinta anos de trabalho policial
requeri a minha aposentaria, e o direito foi concedido.E,
agora o governo propõe ação para anular a minha
aposentadoria. Isso não é Justo.Feito o desabafo, quero
agradecer a sua atenção no empenho para administrar o meu
problema jurídico com total gratuidade.O Dr. Mauro Del
Ciello, é muito bom, e me transmitiu confiança.Ele contestou
a ação, agora quero saber como ficou? Volto para o quadro
ativo ou permaneço aposentado? Abraços.AOL.
Resposta.- Prezado companheiro. O Jornal da AFPCESP
já divulgou matéria sobre o problema. O Governo do Estado
resolveu desistir da Ação proposta junto ao Tribunal de
Contas do Estado de São Paulo, diante das contestações
feitas nos processos pelos advogados. As defesas dos nossos
associados foram feitas pelo Dr. Mauro Del Ciello, e foram
brilhantes, demonstrando não só a correção da aposentadoria
concedida, bem como, a devida adequação jurídica que
revestia o ato administrativo da aposentadoria e todos os
demais atos.
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