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2010 é um Ano
Eleitoral, e nos dias 3 e 31 de outubro, perto de 134 milhões de
brasileiros e dentre estes, perto de 35 mil policiais civis
paulistas, estarão unidos participando da maior eleição
histórica do Brasil, na qual estarão em disputa os cargos de
presidente da Republica, governadores dos Estados e Distrito
Federal, duas vagas para o Senado da Republica por Estado, mais
a escolha dos representes para a Câmara dos Deputados Federais
que representarão os eleitores dos Estados, e os representes
para as Assembléias Legislativas dos Estados que representaram o
povo, ou as classes trabalhadoras.
A eleição de 2010, em São Paulo, discutirá a Segurança Pública
na Administração do PSDB, e deve reviver o crescimento do crime
organizado no estado de São Paulo, e o enfraquecimento da imagem
da Segurança pública no estado de São Paulo, com ações dos
governantes contra a imagem da categoria policial civil que tem
por missão constitucional da defesa da sociedade com o seu
trabalho de polícia judiciária.
Vejam medidas que mais ofenderam a Instituição Policial Civil.
Foi aquela em que apareceu em uma foto, o Comandante da polícia
Civil e Militar, dando material para exame de dependência ou não
de drogas. O exame antidrogas era através do cabelo cortados, e
colocou o comandante da Polícia Militar e o delegado geral de
polícia, sentados cortando os cabelos para exame, que resultou
no fortalecimento do Crime Organizado. Dias após, ou seja, no
dia 12 de junho de 2006, o Crime Organizado planejou uma Ação na
cidade de São Paulo, para servir de referência para a sociedade
paulista para dar uma demonstração que não tinham medo da
Polícia paulista, do Governo estadual, e do Poder Judiciário.
E para tanto pretendiam implantar em São Paulo, um governo
paralelo contra o estado formal, promovido pelo PCC. O resultado
dessa contenda mostrou ao a sociedade paulista um estado fraco,
com dezenas de policiais paulistas e agentes de segurança
penitenciários mortos à traição por criminosos, e atentados com
bombas em estações rodoviárias e Metro, e sedes de órgãos
estaduais, como Secretária da Fazenda, Delegacias de Polícia,
Postos e quartéis da PM, e na sede do Ministério Público
Estadual; e incendiando a Garagem do DEIC com viaturas
policiais, e veículos de transporte público.
O enfraquecimento da organização policial paulista, perante o
poder do crime organizado ficou demonstrado através do arrocho
salarial e a política salarial implantado pelo PSDB da
remuneração dos policiais paulistas pelo trabalho de segurança
pública em São Paulo, através de Salário/Gratificação. Esse fato
expôs para a sociedade paulista a imagem negativa do policial
paulista, aliada ao mau salário através de gratificações. |
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