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Carcereiro Alessandro Cunha, ex -
aluno do Curso Preparatório da AFPCESP, foi morto a tiros em
Posto de Combustíveis, ao abordar suspeito armado pensando
tratar-se de assaltante. A FPCESP concedeu o advogado
criminalista, Dr.Osvaldo Ianni para atuar no processo de
homicídio contra o policial civil, como Assistente de Acusação.
Esse procedimento é praxe na AFPCESP, quando se trata de
policial civil associado, morto no exercício do trabalho
policial civil.
O carcereiro da Polícia Civil
paulista, Alessandro Cunha, vocacionado pelo trabalho policial
civil, ingressou no quadro da Polícia Civil através do Curso
Preparatório da AFPCESP, demonstrando vocação e qualidades
pessoais para o exercício da atividade policial civil. O
policial civil morto era casado. No dia 19 de janeiro do
corrente, o policial civil Alessandro Cunha, passava em frente
ao Posto de combustíveis, da Rua Paulino Pacheco de Melo, no
Jardim Robru, na Zona Leste, por volta da 1 hora, quando
observou que havia uma pessoa em trajes civis armado dentro de
um posto de combustíveis, quando resolveu abordá-lo julgando
tratar-se de assaltante. O carcereiro Cunha estava com
distintivo de identificação da Polícia Civil preso do lado de
fora da sua camisa, e tinha nas mãos uma carabina calibre 12,
deu voz de prisão ao suspeito ao determinar “mãos na cabeça”,
vamos “mãos na cabeça”, se identificando como policial civil.
Nesse instante, o suspeito, sem se identificar atirou por várias
vezes, contra o policial civil. O agressor fugiu do local sendo
identificado posteriormente como, policial militar, alegando que
atirou por várias vezes contra o carcereiro policial, pensando
tratar-se de assaltante. Os funcionários do Posto alegam que o
carcereiro entrou no posto gritando: “mãos pra a cabeça”, vamos,
“mãos pra a cabeça” quando o tiroteio começou. Os funcionários
do Posto informaram que em momento algum o carcereiro anunciou
roubo ou exigiu valores. Na versão do soldado Pires, o
carcereiro entrou no Posto com outros 4 homens, gritando:
”:vai...vai....vai...”. Pires alega que pensou tratar-se de um
assalto. O carcereiro morreu no Hospital Tide Setúbal, atingido
por 8 projeteis e. Pires foi autuado em flagrante e se negou a
fornecer sangue para exame de dosagem alcoólica, sendo
encaminhado para o Presídio Romão Gomes. No flagrante foi ouvido
um motorista de um Palio que parece que estava com o policial
civil e que foi vítima também dos tiros do policial militar.
AFPCESP como faz em todas as mortes de policiais civis
associados no trabalho policial civil,nomeou como assistente de
acusação o criminalista e professor Osvaldo Ianni. |
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