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19/02/2010 - 13h    
 

Policial Militar mata carcepol
com 8 tiros e é preso em flagrante.

 
*AFPCESP  
 

Carcereiro Alessandro Cunha, ex - aluno do Curso Preparatório da AFPCESP, foi morto a tiros em Posto de Combustíveis, ao abordar suspeito armado pensando tratar-se de assaltante. A FPCESP concedeu o advogado criminalista, Dr.Osvaldo Ianni para atuar no processo de homicídio contra o policial civil, como Assistente de Acusação. Esse procedimento é praxe na AFPCESP, quando se trata de policial civil associado, morto no exercício do trabalho policial civil.

O carcereiro da Polícia Civil paulista, Alessandro Cunha, vocacionado pelo trabalho policial civil, ingressou no quadro da Polícia Civil através do Curso Preparatório da AFPCESP, demonstrando vocação e qualidades pessoais para o exercício da atividade policial civil. O policial civil morto era casado. No dia 19 de janeiro do corrente, o policial civil Alessandro Cunha, passava em frente ao Posto de combustíveis, da Rua Paulino Pacheco de Melo, no Jardim Robru, na Zona Leste, por volta da 1 hora, quando observou que havia uma pessoa em trajes civis armado dentro de um posto de combustíveis, quando resolveu abordá-lo julgando tratar-se de assaltante. O carcereiro Cunha estava com distintivo de identificação da Polícia Civil preso do lado de fora da sua camisa, e tinha nas mãos uma carabina calibre 12, deu voz de prisão ao suspeito ao determinar “mãos na cabeça”, vamos “mãos na cabeça”, se identificando como policial civil. Nesse instante, o suspeito, sem se identificar atirou por várias vezes, contra o policial civil. O agressor fugiu do local sendo identificado posteriormente como, policial militar, alegando que atirou por várias vezes contra o carcereiro policial, pensando tratar-se de assaltante. Os funcionários do Posto alegam que o carcereiro entrou no posto gritando: “mãos pra a cabeça”, vamos, “mãos pra a cabeça” quando o tiroteio começou. Os funcionários do Posto informaram que em momento algum o carcereiro anunciou roubo ou exigiu valores. Na versão do soldado Pires, o carcereiro entrou no Posto com outros 4 homens, gritando: ”:vai...vai....vai...”. Pires alega que pensou tratar-se de um assalto. O carcereiro morreu no Hospital Tide Setúbal, atingido por 8 projeteis e. Pires foi autuado em flagrante e se negou a fornecer sangue para exame de dosagem alcoólica, sendo encaminhado para o Presídio Romão Gomes. No flagrante foi ouvido um motorista de um Palio que parece que estava com o policial civil e que foi vítima também dos tiros do policial militar. AFPCESP como faz em todas as mortes de policiais civis associados no trabalho policial civil,nomeou como assistente de acusação o criminalista e professor Osvaldo Ianni.

 
   

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